Sobre

Nasceu em Machadinho,RS,1966. Vive e trabalha em Campo Grande, MS desde 1996

Artista contemplada com Prêmio PIPA – Voto Popular 2015. Indicada ao Prêmio PIPA em 2018.                                          Ana Ruas tem como pesquisa, num repertório conceitual, o espaço e o lugar habitado, a intervenção urbana, a luz do centro-oeste, os espaços da cidade de Campo Grande, formas orgânicas e a espontaneidade do traço no desenho infantil. O desejo de intervir leva a artista a criar arquiteturas efêmeras,  capazes de imprimir um caráter de ilusão e magia. As pinturas mostram como é possível criar   novas sensações e, portanto,  novos significados ao espaço. Usa a pintura como linguagem ora usando a tela, ora usando a alvenaria em suas intervenções em ambientes internos, como museus e galerias e a  superfície  de viadutos, muros, paredões , no centro e nos bairros de periferia.

Em 2014, participou da Bienal Del Fin del Mundo, em Mar del Plata, na Argentina e pintou a fachada do MACP – Museu de Arte e de Cultura Popular, Cuiabá, MT, em comemoração aos 40 anos da Instituição. Em 2013, foi contemplada com o prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais, com o projeto Seminário Entre Vários Olhares: da Pintura à Intervenção.

Em 2011, construiu um ateliê aberto ao público, onde acolhe, convida, reúne e hospeda críticos de arte, curadores, artistas e outros profissionais, provocando assim, intercâmbios sobre arte contemporânea e assuntos transdisciplinares. Além disso, recebe escolas e desenvolve ações educativas.

Contando com parcerias na esfera municipal, estadual e federal realiza intervenções urbanas e projetos educativos em Instituições públicas e privadas, em MS e outros estados brasileiros. Destacam-se: Entre 2001 e 2004, o projeto A Cor das Ruas (  Rouanet); Em 2008, Leitura de imagens (FIC); Em 2013, Educando o Olhar ( FIC); 2014, Seminário Entre Vários Olhares – da Pintura à Intervenção, FUNARTE; 2014,  Artes Visuais em MS – Processos Compartilhados (FIC); 2017, Campo Aberto para Artes Visuais em MS (FIC).

Entre as exposições coletivas destacam-se: em 2018, SCAPELAND - Território Livre, curadoria Laerte Ramos, Galeria Marta Traba, Memorial da América Latina, São Paulo, SP; 2018, Dialetos 2, curadoria Paulo Henrique Silva, CCSP, São Paulo; em 2011 Dialetos, Galeria de Arte Frei Confaloni. Ed. Goiânia, GO, Dialetos, Galeria Antônio Sibasolly, Ed. Anápolis, GO Dialetos, MARCO Ed. Campo Grande, MS. Individuais: em 2017, Floresta Encantada, MARCO,Campo Grande, MS; em 2016, Estratégias para dimensionar a delicadeza e o afeto, Galeria Andrea Rehder, São Paulo/SP; em 2014, Plano B, MARCO,MS; em 2010, Construções Verticais, MARCO,MS; em 2008, Era uma vez, MARCO - Museu de Arte Contemporânea de MS, Campo Grande, MS; em 2009, Da arte e do lugar, Intervenção, Pinacoteca da UFAL, Maceió, AL

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